quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Texto Completo para Cerimonial

Bodas de Diamante

Casamento:
20 de fevereiro de 1.955 – Brejo do Cruz-PB
Pe Sandoval Ferrer
Igreja N. Srª dos Milagres
Pe 



Bodas de 60 anos:
16 de fevereiro de 2015 – Palmas-TO
Pe Carlos
Clube Assecad

Bodas de Diamante de Maria & Benedito Filgueiras - 20/02/2015


[Início] 
Boa noite a todos... A partir de agora, por gentileza, coloquem os celulares no modo silencioso e fiquem à vontade para sentar-se. 

Estamos aqui hoje para celebrar as melhores coisas da vida. Estamos aqui para reafirmar o amor, a confiança, a esperança. 

Sabemos que ao nascer o menino Jesus recebeu ouro, incenso e mirra de presente dos reis magos. Para perfumar essa renovação de votos receberemos a flores de Alícia, a palavra do Deus vivo representada pela Bíblia é trazida para nós por Yuri.

[Toca a Música ‘Princesa Linda Demais’ de Pe Fabio para entrada do casal]

[Entram Sávio e Heitor com plaquinhas de acolhida]

 Agora receberemos Maria do Céu e Benedito acompanhados por Michel (primeiro neto do casal) e Gilvanira (primeira filha).

Vamos nos acomodar!

[Às famílias e amigos] 

Vocês foram convidados para compartilhar este momento com a Maria do Céu e com o Benedito porque são pessoas muito importantes para eles. O respeito, a compreensão e o carinho que sustentam o relacionamento deles têm suas raízes no amor que todos vocês deram a este casal. Por isso, é uma honra contar com a sua presença, aqui, hoje. Embora muitos não morem exatamente ali na esquina, vocês nunca estão distantes dos corações da Maria do Céu e do Benedito. Vocês são parte insubstituível do seu ontem, do seu hoje e de todos os seus amanhãs. Um casamento precisa de uma comunidade, não apenas para amparar o casal nos momentos de adversidade, mas também para celebrar junto os momentos de alegria.


Que todos nós possamos sempre fazer tudo o que esteja ao nosso alcance para nutrir a união entre estas duas pessoas que tanto amamos e que completa sessenta anos. 

[Acolhida] 
Padre

[Ato Penitencial]
Padre e equipe de música

[Oração do Dia]
Padre

[Liturgia da Palavra]
Comentarista: A Palavra de Deus quando semeada em nosso coração, encontre solo propício onde possa produzir frutos de conversão.

1ª LEITURA– Isaias 55,10-11 (Gilvânia)
Leitura do Livro do Profeta Isaías
Isto diz o Senhor: "Assim como a chuva e a neve descem do céu e para lá não voltam mais, mas vêm irrigar e fecundar a terra, e fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, assim a palavra que sair de minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará tudo que for de minha vontade e produzirá os efeitos que pretendi, ao enviá-la". 
SALMO - 65 
Resposta do Salmo
A semente caiu em terra boa e deu fruto.
Visitais a nossa terra com as chuvas, / e transborda de fartura./ Rios de Deus que vêm do céu derramam águas,/ e preparais o nosso trigo.
A semente caiu em terra boa e deu fruto.
É assim que preparais a nossa terra:/ vós a regais e aplainais,/ os seus sulcos com a chuva amoleceis/ e abençoais as sementeiras.
O ano todo coroais com vossos dons,/ os vossos passos são fecundos;/ transborda a fartura onde passais,/ brotam pastos no deserto. 
A semente caiu em terra boa e deu fruto.
As colinas se enfeitam de alegria,/ e os campos, de rebanhos;/ nossos vales se revestem de trigais:/ tudo canta de alegria!
A semente caiu em terra boa e deu fruto.

EVANGELHO – MATEUS 13,1-23
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus
Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia. Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso, Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. E disse-lhes muitas coisas em parábolas: "O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz. Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. Quem tem ouvidos, ouça!" Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: "Por que falas ao povo em parábolas?"
Ouvi, portanto, a parábola do semeador: Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento; quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo. A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele não dá fruto. A semente que caiu em terra boa é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta".

[Homilia]
Padre 

  
 [REAFIRMAÇÃO DOS VOTOS DO CASAMENTO] 

[Sobre casamento] 
Comentarista

Muito se fala sobre o casamento no dia-a-dia. Muito se fala, inclusive, contra o casamento. Alguns acreditam que o casamento seja, efetivamente, o fim da vida.

Hoje, Maria do Céu e Benedito querem atestar que o casamento não é um fim, muito menos um começo. Este não foi um encontro mágico. Eles escolheram um ao outro como família, e hoje estão reafirmando algo que já começou há sessenta anos e que vai continuar existindo ao longo dos anos. Pois o casamento é um processo. É uma caminhada ousada rumo ao desconhecido, que envolve abrir mão do que somos, separados, em prol de tudo o que podemos vir a ser, juntos.


[Introdução a reafirmação dos votos]
Padre

Maria do Céu e Benedito, vocês já foram muitas coisas um do outro –primos, antes de tudo, amigos, companheiros, namorados, noivos, e até mesmo professores e alunos, pois vocês já ensinaram muito um ao outro e já aprenderam muito um com o outro, em todos esses anos.

Com esta renovação dos votos, vocês estarão reafirmando ao mundo: “este é meu esposo”, “esta é minha esposa”.

Maria do Céu e Benedito, é de coração aberto e sincero que vocês renovam os votos desse matrimônio?

Casal: Sim. 

Assim sendo, por favor, deem-se as mãos e preparem-se para dar e receber suas alianças, símbolo dos maiores presentes da vida.



[Troca das alianças]
Comentarista

As alianças são símbolos físicos do compromisso de um casal e de sua ligação emocional e espiritual. Elas são consideradas um círculo perfeito, sem começo nem fim. Mas nós sabemos que estas alianças tiveram um começo. O material foi retirado da terra. Os metais foram liquefeitos, forjados, refrigerados e polidos. Algo belo foi produzido a partir de elementos brutos. 

O amor é assim. Tem origens humildes, pois vem de seres imperfeitos. O amor é o processo de construir algo belo com coisas simples. 

[Entram Karol e Danilo com as alianças] 
Padre
Maria do Céu e Benedito, que estes anéis sejam um lembrete visível de seus sentimentos um pelo outro neste momento em que comemoram sessenta anos de casados. Lembrem-se de que vocês se encontraram um ao outro e um no outro, e de que nunca estiveram sozinhos.

[Troca das alianças] 

Benedito: Maria do Céu, eu te dou esta aliança como sinal de que escolhi você para ser minha companheira e minha melhor amiga. [coloca a aliança]

Maria do Céu: Benedito, eu te dou esta aliança como sinal de que eu escolhi você para ser meu companheiro e meu melhor amigo. [coloca a aliança] 


[PRECES A COMUNIDADE por Áurea Caroline
[Homenagem aos entes falecidos] 

Esta noite, recordamos também aqueles que não se encontram fisicamente nesta cerimônia, mas que se fazem presentes em nossos corações. Lembramo-nos com especial saudade dos pais Antonia Anália & Antonio Delmiro; Francisca Maria & Adauto. Os irmãos Pedro, Chiquinha, Antonio Adauto, Zezinho, Francisco Xavier e do neto Caio Douglas, a quem o casal sempre dedicará parte de sua felicidade.

[Liturgia Eucarística] 
Padre

[Ofertório]
Equipe de Música

[Comunhão] 
Equipe de Música

[Pronunciamento final] 
Comentarista

Maria do Céu e Benedito, ninguém além de vocês mesmos detém o poder de proclamá-los esposo e esposa. Porém, vocês nos escolheram como anunciantes desta celebração. E assim, tendo testemunhado sua renovação de votos diante de todos que estão aqui hoje é com grande alegria que nós presenciamos essa confirmação de casamento.
Pode beijar a esposa!

Uma salva de palmas para o casal.

[Ação de Graças] 
Equipe de Música

[Bênção Final]
Padre 

[Pronunciamento] Cerimonial

Nesse momento podemos nos acomodar para o jantar. Logo após o jantar teremos as homenagens a Maria do Céu e Benedito. Todos estão convidados a prestar homenagens aos casal.
  
Cerimonial - [Homenagens]
Gasta-se apenas alguns minutos para realizar um casamento, mas espera-se sessenta anos para realizar um casamento de diamante…
Há 60 anos Maria do Céu e Benedito se uniram pelos laços matrimoniais e durante todo este longo tempo compartilharam juntos alegrias, tristezas, tanta coisa.
Amar e viver com seu cônjuge exige determinação e prática diária… Exige a entrega de si mesmo ao bem-estar do outro.
Bem, agora vocês (vovô e vovó) estão prontinhos para começar outros cinquenta anos… E queremos estar aqui para poder de novo desejar a vocês a maior felicidade do mundo.
Parabéns!

Cerimonial
Saudade não tem tempo, nem idade!

A música é marcante em nossa vida. Lá no Riacho Fundo passou um vendedor (falando em financiando agrário) e vendeu rádios para aquela gente que não compraria um rádio sem esse ardil. Daí que se passou a ouvir as músicas, as missas, as radionovelas, a Voz do Brasil...

Depois, a difusora de Brejo do Cruz tocava as mais belas canções. Destacamos algumas que Maria do Céu e Benedito tanto apreciavam e vamos homenageá-los. Pedimos que todos cantem com a gente.

Madrugada e Amor – Nubia Lafayette
Madrugada chegou o sereno caiu
Meu amor de cansaço
Caiu nos meus braços
Sorriu e dormiu (bis) 

Eu só queria que o dia
Não viesse terminar a madrugada

Eu só queria amor
Amor e mais nada

Utopia – Pe Zezinho

Das muitas coisas
Do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança
O aconchego de meu lar
No fim da tarde
Quando tudo se aquietava
A família se ajuntava
Lá no alpendre a conversar

Meus pais não tinham
Nem escola e nem dinheiro
Todo dia o ano inteiro
Trabalhavam sem parar
Faltava tudo
Mas a gente nem ligava
O importante não faltava
Seu sorriso, seu olhar

Eu tantas vezes
Vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado
Um por um ele afagava
E perguntava
Quem fizera estripolia
E mamãe nos defendia
E tudo aos poucos se ajeitava

O sol se punha
A viola alguém trazia
Todo mundo então queria
Ver papai cantar pra gente
Desafinado
Meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas
Seu olhar no sol poente

O tempo passa
E hoje eu vejo a maravilha
De se ter uma família
Enquanto muitos não a tem
Agora falam
Do desquite e do divórcio
O amor virou consórcio
Compromisso de ninguém

Há tantos filhos
Que bem mais do que um palácio
Gostariam de um abraço
E do carinho de seus pais
Se os pais se amassem
O divórcio na viria
Chamam a isso de utopia
Eu a isso chamo paz.

Oração da Família – Pe Zezinho

Que nenhuma família comece em qualquer de repente
Que nenhuma família termine por falta de amor
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente
E que nada no mundo separe um casal sonhador!
 .
Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois
.
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte
Que eles vivam do ontem, do hoje em função de um depois!
 .
Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!
 .
Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)
 .
Que marido e mulher tenham força de amar sem medida
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão
Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!
 .
Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos!
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois!
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
Seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!
 .
Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!
 .
Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

Homenagens – (Abertura para homenagens)

Agradecimentos

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