Bodas de Diamante
Casamento:
20 de
fevereiro de 1.955 – Brejo do Cruz-PB
Pe Sandoval Ferrer
Igreja
N. Srª dos Milagres
Pe
Bodas de 60
anos:
16 de
fevereiro de 2015 – Palmas-TO
Pe Carlos
Clube Assecad
Bodas
de Diamante de Maria & Benedito Filgueiras - 20/02/2015
[Início]
Boa
noite a todos... A partir de agora, por gentileza, coloquem os celulares no
modo silencioso e fiquem à vontade para sentar-se.
Estamos
aqui hoje para celebrar as melhores coisas da vida. Estamos aqui para reafirmar
o amor, a confiança, a esperança.
Sabemos que ao nascer o menino Jesus recebeu ouro, incenso
e mirra de presente dos reis magos. Para perfumar essa renovação de votos
receberemos a flores de Alícia, a palavra do Deus vivo representada pela Bíblia
é trazida para nós por Yuri.
[Toca a Música
‘Princesa Linda Demais’ de Pe Fabio para entrada do casal]
[Entram Sávio e
Heitor com plaquinhas de acolhida]
Agora
receberemos Maria do Céu e Benedito acompanhados por Michel (primeiro neto do
casal) e Gilvanira (primeira filha).
Vamos nos acomodar!
[Às famílias e amigos]
Vocês
foram convidados para compartilhar este momento com a Maria do Céu e com o
Benedito porque são pessoas muito importantes para eles. O respeito, a
compreensão e o carinho que sustentam o relacionamento deles têm suas raízes no
amor que todos vocês deram a este casal. Por isso, é uma honra contar com a sua
presença, aqui, hoje. Embora muitos não morem exatamente ali na esquina, vocês
nunca estão distantes dos corações da Maria do Céu e do Benedito. Vocês são
parte insubstituível do seu ontem, do seu hoje e de todos os seus amanhãs. Um
casamento precisa de uma comunidade, não apenas para amparar o casal nos
momentos de adversidade, mas também para celebrar junto os momentos de alegria.
Que
todos nós possamos sempre fazer tudo o que esteja ao nosso alcance para nutrir
a união entre estas duas pessoas que tanto amamos e que completa sessenta
anos.
[Acolhida]
Padre
[Ato
Penitencial]
Padre e equipe de música
[Oração
do Dia]
Padre
[Liturgia
da Palavra]
Comentarista: A Palavra de Deus quando semeada em nosso
coração, encontre solo propício onde possa produzir frutos de conversão.
1ª
LEITURA–
Isaias 55,10-11 (Gilvânia)
Leitura
do Livro do Profeta Isaías
Isto diz o Senhor: "Assim como a chuva e a neve
descem do céu e para lá não voltam mais, mas vêm irrigar e fecundar a terra, e
fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, assim
a palavra que sair de minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará
tudo que for de minha vontade e produzirá os efeitos que pretendi, ao
enviá-la".
SALMO
- 65
Resposta
do Salmo
A semente caiu em terra boa e deu fruto.
Visitais a nossa terra com as chuvas, / e transborda de
fartura./ Rios de Deus que vêm do céu derramam águas,/ e preparais o nosso
trigo.
A semente caiu em terra boa e deu fruto.
É assim que preparais a nossa terra:/ vós a regais e
aplainais,/ os seus sulcos com a chuva amoleceis/ e abençoais as
sementeiras.
O ano todo coroais com vossos dons,/ os vossos passos são fecundos;/ transborda
a fartura onde passais,/ brotam pastos no deserto.
A semente caiu em terra boa e deu fruto.
As colinas se enfeitam de alegria,/ e os campos, de
rebanhos;/ nossos vales se revestem de trigais:/ tudo canta de alegria!
A semente caiu em terra boa e deu fruto.
EVANGELHO – MATEUS 13,1-23
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus
Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do
mar da Galileia. Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso, Jesus
entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na
praia. E disse-lhes muitas coisas em parábolas: "O semeador saiu para
semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os
pássaros vieram e as comeram. Outras sementes caíram em terreno pedregoso,
onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era
profunda. Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e
secaram, porque não tinham raiz. Outras sementes caíram no meio dos
espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. Outras sementes,
porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta
frutos por semente. Quem tem ouvidos, ouça!" Os discípulos
aproximaram-se e disseram a Jesus: "Por que falas ao povo em
parábolas?"
Ouvi, portanto, a parábola do semeador: Todo aquele que ouve a palavra do
Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu
coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. A semente que caiu em
terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com
alegria; mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento; quando chega o
sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo. A
semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as
preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele não dá
fruto. A semente que caiu em terra boa é aquele que ouve a palavra e a
compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta".
[Homilia]
Padre
[REAFIRMAÇÃO
DOS VOTOS DO CASAMENTO]
[Sobre casamento]
Comentarista
Muito se fala sobre o casamento no dia-a-dia. Muito se fala, inclusive, contra
o casamento. Alguns acreditam que o casamento seja, efetivamente, o fim da
vida.
Hoje, Maria do Céu e Benedito querem atestar que o casamento não é um fim,
muito menos um começo. Este não foi um encontro mágico. Eles escolheram um ao
outro como família, e hoje estão reafirmando algo que já começou há sessenta
anos e que vai continuar existindo ao longo dos anos. Pois o casamento é um
processo. É uma caminhada ousada rumo ao desconhecido, que envolve abrir mão do
que somos, separados, em prol de tudo o que podemos vir a ser, juntos.
[Introdução a reafirmação dos votos]
Padre
Maria do Céu e Benedito, vocês já foram muitas coisas um do outro –primos,
antes de tudo, amigos, companheiros, namorados, noivos, e até mesmo professores
e alunos, pois vocês já ensinaram muito um ao outro e já aprenderam muito um
com o outro, em todos esses anos.
Com esta renovação dos votos, vocês estarão reafirmando ao mundo: “este é meu
esposo”, “esta é minha esposa”.
Maria do Céu e Benedito, é de coração aberto e sincero que vocês renovam os
votos desse matrimônio?
Casal: Sim.
Assim sendo, por favor, deem-se as mãos e preparem-se para dar e receber suas
alianças, símbolo dos maiores presentes da vida.
[Troca das alianças]
Comentarista
As alianças são símbolos físicos do compromisso de um casal e de sua ligação
emocional e espiritual. Elas são consideradas um círculo perfeito, sem começo
nem fim. Mas nós sabemos que estas alianças tiveram um começo. O material foi
retirado da terra. Os metais foram liquefeitos, forjados, refrigerados e
polidos. Algo belo foi produzido a partir de elementos brutos.
O amor é assim. Tem origens humildes, pois vem de seres imperfeitos. O amor é o
processo de construir algo belo com coisas simples.
[Entram Karol e
Danilo com as alianças]
Padre
Maria do Céu e Benedito, que estes anéis sejam um lembrete visível de seus sentimentos
um pelo outro neste momento em que comemoram sessenta anos de casados.
Lembrem-se de que vocês se encontraram um ao outro e um no outro, e de que
nunca estiveram sozinhos.
[Troca das alianças]
Benedito: Maria do Céu, eu
te dou esta aliança como sinal de que escolhi você para ser minha companheira e
minha melhor amiga. [coloca a aliança]
Maria do Céu: Benedito, eu te dou esta aliança como sinal de que eu
escolhi você para ser meu companheiro e meu melhor amigo. [coloca a
aliança]
[PRECES
A COMUNIDADE por Áurea Caroline
[Homenagem
aos entes falecidos]
Esta noite, recordamos também aqueles que não se encontram fisicamente nesta
cerimônia, mas que se fazem presentes em nossos corações. Lembramo-nos com
especial saudade dos pais Antonia Anália & Antonio Delmiro; Francisca Maria
& Adauto. Os irmãos Pedro, Chiquinha, Antonio Adauto, Zezinho, Francisco
Xavier e do neto Caio Douglas, a quem o casal sempre dedicará parte de sua
felicidade.
[Liturgia
Eucarística]
Padre
[Ofertório]
Equipe de Música
[Comunhão]
Equipe de Música
[Pronunciamento final]
Comentarista
Maria do Céu e Benedito, ninguém além de vocês mesmos detém o poder de
proclamá-los esposo e esposa. Porém, vocês nos escolheram como anunciantes
desta celebração. E assim, tendo testemunhado sua renovação de votos diante de
todos que estão aqui hoje é com grande alegria que nós presenciamos essa confirmação
de casamento.
Pode
beijar a esposa!
Uma
salva de palmas para o casal.
[Ação
de Graças]
Equipe de Música
[Bênção
Final]
Padre
[Pronunciamento] Cerimonial
Nesse
momento podemos nos acomodar para o jantar. Logo após o jantar teremos as
homenagens a Maria do Céu e Benedito. Todos estão convidados a prestar
homenagens aos casal.
Cerimonial - [Homenagens]
Gasta-se
apenas alguns minutos para realizar um casamento, mas espera-se sessenta anos
para realizar um casamento de diamante…
Há
60 anos Maria do Céu e Benedito se uniram pelos laços matrimoniais e durante
todo este longo tempo compartilharam juntos alegrias, tristezas, tanta coisa.
Amar
e viver com seu cônjuge exige determinação e prática diária… Exige a entrega de
si mesmo ao bem-estar do outro.
Bem,
agora vocês (vovô e vovó) estão prontinhos para começar outros cinquenta anos…
E queremos estar aqui para poder de novo desejar a vocês a maior felicidade do
mundo.
Parabéns!
Cerimonial
Saudade
não tem tempo, nem idade!
A
música é marcante em nossa vida. Lá no Riacho Fundo passou um vendedor (falando
em financiando agrário) e vendeu rádios para aquela gente que não compraria um
rádio sem esse ardil. Daí que se passou a ouvir as músicas, as missas, as
radionovelas, a Voz do Brasil...
Depois,
a difusora de Brejo do Cruz tocava as mais belas canções. Destacamos algumas
que Maria do Céu e Benedito tanto apreciavam e vamos homenageá-los. Pedimos que
todos cantem com a gente.
Madrugada
e Amor – Nubia Lafayette
Madrugada
chegou o sereno caiu
Meu amor de cansaço
Caiu nos meus braços
Sorriu e dormiu (bis)
Eu só queria que o dia
Não
viesse terminar a madrugada
Eu só queria amor
Amor e mais nada
Utopia
– Pe Zezinho
Das muitas coisas
Do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança
O aconchego de meu lar
No fim da tarde
Quando tudo se aquietava
A família se ajuntava
Lá no alpendre a conversar
Meus pais não
tinham
Nem escola e nem dinheiro
Todo dia o ano inteiro
Trabalhavam sem parar
Faltava tudo
Mas a gente nem ligava
O importante não faltava
Seu sorriso, seu olhar
Eu tantas
vezes
Vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado
Um por um ele afagava
E perguntava
Quem fizera estripolia
E mamãe nos defendia
E tudo aos poucos se ajeitava
O sol se
punha
A viola alguém trazia
Todo mundo então queria
Ver papai cantar pra gente
Desafinado
Meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas
Seu olhar no sol poente
O tempo passa
E hoje eu vejo a maravilha
De se ter uma família
Enquanto muitos não a tem
Agora falam
Do desquite e do divórcio
O amor virou consórcio
Compromisso de ninguém
Há tantos
filhos
Que bem mais do que um palácio
Gostariam de um abraço
E do carinho de seus pais
Se os pais se amassem
O divórcio na viria
Chamam a isso de utopia
Eu a isso chamo paz.
Oração da Família – Pe Zezinho
Que nenhuma família comece em qualquer de
repente
Que nenhuma família termine por falta de amor
Que o casal seja um para o outro de corpo e
de mente
E que nada no mundo separe um casal sonhador!
.
Que nenhuma família se abrigue debaixo da
ponte
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois
.
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte
Que eles vivam do ontem, do hoje em função de um depois!
.
Que a família comece e termine sabendo onde
vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!
.
Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)
.
Que marido e mulher tenham força de amar
sem medida
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão
Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!
.
Que marido e mulher não se traiam, nem
traiam seus filhos!
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois!
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
Seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!
.
Que a família comece e termine sabendo onde
vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!
.
Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)
Homenagens – (Abertura para homenagens)
Agradecimentos